Denúncia: trabalhadores da P-43 dizem sofrer com altas temperaturas na unidade

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A diretoria do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) recebeu denúncia dos trabalhadores de P-43 a respeito de problemas com a temperatura nas salas de trabalho e alojamentos. Alguns locais apresentam temperaturas em torno dos 30 graus. No casario as portas tem ficado abertas para aliviar o calor, segundo o diretor do Departamento de Saúde, Alexandre Vieira, “deixar as portas abertas divergem do projeto de proteção a incêndio e contra gases das unidades”.

Também segundo a categoria, as URAs alugadas estão operando, mas não são capazes de resfriar os ambientes, porque não estão 100% operacionais.  A temperatura permanece alta, acima de 30 graus na sala de controle. De acordo com relatos dos trabalhadores, a gestão disse há três dias atrás que a situação seria normalizada em no máximo 4 dias , mas a está parada há 10 dias.

De acordo com o Sindipetro-NF, em contato com a gestão, foi confirmado que estão com problemas no sistema de condicionamento de ar e que estão fazendo os esforços possíveis para regularizar. “A informação sobre a temperatura nos ambientes de trabalho não coincide com a repassada pela categoria, por isso o NF sugeriu que seja realizada medição em conjunto com a CIPA e remetido ao sindicato”, diz nota do sindicato.

Como a situação não foi revertida, o Sindipetro-NF sugere a retirada dos trabalhadores de todos os camarotes que estejam com temperaturas acima do que determina a NR17, que é entre 18 e 25 graus. E para salas de trabalho, que sejam respeitados os limites de trabalho contemplados no Anexo III da NR15.

“Entendemos que fora desses limites o descanso dos trabalhadores é prejudicado, o que pode ter como consequência a retirada de foco das atividades o que aumenta o risco de acidentes. Sem contar o fato de que a falta de descanso adequado também prejudica as funções fisiológicas dos mesmos” – comenta Alexandre.

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