Número de animais resgatados pelo GAM este ano supera o mesmo período de 2022

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Nos dois primeiros meses deste ano, o Grupamento Ambiental (GAM), da Guarda Civil Municipal (GCM), resgatou 109 animais silvestres. O número é superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram resgatados 68 animais, total que corresponde a apenas janeiro deste ano. Todos os animais resgatados pelo GAM são devolvidos ao seu habitat natural. Em fevereiro, foram cerca de 41 animais. Os mais recentes resgates foram de cobras papa-pinto e jiboia, além de gambás.

Em janeiro do ano passado, foram 28 animais resgatados, e em fevereiro, 40. Já em janeiro deste ano, foram 68 resgates, dos quais 48 eram gambás e 12 cobras, além de aranhas, capivara, socó-mirim, tatu, frango dágua, jacaré-de-papo-amarelo e cágado. Em fevereiro, dos 41 animais resgatados, 11 foram apenas nos quatro primeiros dias do mês, sendo a maioria gambás, além de uma cobra jiboia e um Gavião Quiriri. 

“O número maior de apreensões em janeiro deste ano pode ser explicado pelas chuvas e alagamentos, além da falta de alimentos. Quando filhotes, eles acompanham a mãe para dentro de residências e, depois, buscam seus alimentos sozinhos e, nas residências, encontram alimentos e abrigos”, explica o coordenador do GAM, Ralph Matos, acrescentando que, em 2022, 428 animais foram resgatados.

Ralph orienta sobre cuidados importantes ao encontrar um animal silvestre. “É importante não mexer no animal e fazer contato com o GAM, que conta com equipe especializada e que vai ao local para fazer o resgate adequado dos animais com segurança”, informa. 

Segundo o coordenador do GAM, a população não deve tentar resgatar os animais por conta própria. “A população deve ter cautela e nunca tentar resgatar esses tipos de animais. Os agentes estão sempre a postos para realizarem o resgate de maneira consciente”, disse Ralph, acrescentando, ainda, que o contato com o GAM pode ser feito pelos telefones 153 ou (22) 98175-0758, sendo necessário informar os dados solicitados pelo agente, além de enviar foto e vídeo do animal para os agentes avaliarem o tipo de animal e averiguar se é filhote e se também está com algum tipo de ferimento por que  existe um protocolo a ser preenchido.

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